As pessoas tendem a fazer lucro com as ferramentas que o mundo apresenta a elas, assim é o mundo capitalista, o que significa que até a tecnologia ganha restrições com a finalidade do lucro. O por quê desta afirmação é, quando os programas de computadores ainda estavam engatinhando, programas eram modificados e informações eram trocadas por programadores e curiosos da informática. Porém, o tempo passa... as pessoas veem formas promissoras de lucro, e criam direitos autorais, tornando o programa menos moldavel. Um software, é a parte responsável pela funcionalidade de um computador ou programa, de jogos ao mais complexo programa, todos trabalham com sistemas binários, alguns limitam as suas ações e não te permite divulgá-los em alguns quisitos, estes são softwares proprietários.
Já os softwares livres, eles agem com bases libertárias para o usuário, através de códigos de fonte, que tem em vista quatro liberdades:
0- Liberdade para executar.
1- Liberdade para estudar.
2- Liberdade para redistribuir.
3- Liberdade paramodificar.
Sendo que alguns softwares proprietário podem dar algumas dessas liberdades, mas nunca todas.
Em seu texto , Maria Helena Silveira Bonilla, nos mostra alguns mitos sobre o software livre e o interesse das grandes empresas na não divulgação dos softwares livres, que em minha opinião, é um pouco extrapolada, pois, diante da vasta gama de programas e pesquisas que existem para o software proprietário, seria difícil encontrar qualidades de mesmo ou superior valor na maioria dos softwares livres. O que também não quer dizer que os softwares livres devam deixar de ser usados, mas sim ter uma oportunidade igual, para que assim, o usuário através da própria opinião, possa decidir qual o melhor para o mesmo.


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