segunda-feira, 25 de maio de 2015
Marco civil da Internet
Como muitos sabem, a vida é constituída de direitos e deveres, infelizmente, alguns agem como se eles só tivessem direitos, e graças a isso, leis devem ser feitas para que ninguém aja de forma a prejudicar outros e sair impune a esses atos.
Tendo em vista que leis devem ser criadas para proteger as pessoas, o marco civil foi proposto. O Ministério da Justiça e o Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas fizeram um projeto colaborativo para regular a Internet no Brasil. Sendo que dentro disso, existe uma lei de combate a cibercrimes que foi uma contra-proposta a lei criada pelo Deputado Federal Eduardo Azeredo. Que poderia acabar censurando além do que deveria ser censurado, e de certa forma até restringindo a liberdade de expressão e tornando vários atos banais em crimes passíveis de cadeia.
Com certeza leis devem ser criadas para manter a ordem, devemos saber dos nossos direitos e deveres e também respeitar o direito dos outros, pois se queremos ser respeitados, devemos respeitar aos outros, visando que todos temos direitos de nos expressar, mas sem tentar denegrir a imagem alheia. E que todos temos o direito de lutar pelos nossos direitos.
A liberdade na Internet
Muito já se foi conquistado quando aos nossos direitos de liberdade físico, porém, no quesito digital, muitas restrições são aplicadas. Isso não quer dizer que todas essas restrições são ruins, pois quando a Internet havia sido lançada, muitos se utilizavam da mesma sem limites.
Porém alguns desses impedimentos também vão além daquilo que é para a proteção. Algumas leis que podem nos impedir de agir com certa privacidade, como aqueles que podem censurar o que fazemos ou ver nossas conversas, o que além disso, deixaria a nossa internet mais lenta. Devemos ter em mente que a proteção sim é boa, porém todos temos direitos a liberdade, e nós nunca devemos abrir mão da nossa liberdade, seja física ou virtual, lembrando que liberdade não nos dá direito a ofender ou fazer atos abusivos para com outras pessoas.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Software Livre
As pessoas tendem a fazer lucro com as ferramentas que o mundo apresenta a elas, assim é o mundo capitalista, o que significa que até a tecnologia ganha restrições com a finalidade do lucro. O por quê desta afirmação é, quando os programas de computadores ainda estavam engatinhando, programas eram modificados e informações eram trocadas por programadores e curiosos da informática. Porém, o tempo passa... as pessoas veem formas promissoras de lucro, e criam direitos autorais, tornando o programa menos moldavel. Um software, é a parte responsável pela funcionalidade de um computador ou programa, de jogos ao mais complexo programa, todos trabalham com sistemas binários, alguns limitam as suas ações e não te permite divulgá-los em alguns quisitos, estes são softwares proprietários.
Já os softwares livres, eles agem com bases libertárias para o usuário, através de códigos de fonte, que tem em vista quatro liberdades:
0- Liberdade para executar.
1- Liberdade para estudar.
2- Liberdade para redistribuir.
3- Liberdade paramodificar.
Sendo que alguns softwares proprietário podem dar algumas dessas liberdades, mas nunca todas.
Em seu texto , Maria Helena Silveira Bonilla, nos mostra alguns mitos sobre o software livre e o interesse das grandes empresas na não divulgação dos softwares livres, que em minha opinião, é um pouco extrapolada, pois, diante da vasta gama de programas e pesquisas que existem para o software proprietário, seria difícil encontrar qualidades de mesmo ou superior valor na maioria dos softwares livres. O que também não quer dizer que os softwares livres devam deixar de ser usados, mas sim ter uma oportunidade igual, para que assim, o usuário através da própria opinião, possa decidir qual o melhor para o mesmo.
Já os softwares livres, eles agem com bases libertárias para o usuário, através de códigos de fonte, que tem em vista quatro liberdades:
0- Liberdade para executar.
1- Liberdade para estudar.
2- Liberdade para redistribuir.
3- Liberdade paramodificar.
Sendo que alguns softwares proprietário podem dar algumas dessas liberdades, mas nunca todas.
Em seu texto , Maria Helena Silveira Bonilla, nos mostra alguns mitos sobre o software livre e o interesse das grandes empresas na não divulgação dos softwares livres, que em minha opinião, é um pouco extrapolada, pois, diante da vasta gama de programas e pesquisas que existem para o software proprietário, seria difícil encontrar qualidades de mesmo ou superior valor na maioria dos softwares livres. O que também não quer dizer que os softwares livres devam deixar de ser usados, mas sim ter uma oportunidade igual, para que assim, o usuário através da própria opinião, possa decidir qual o melhor para o mesmo.
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